Amazônia Brasileira: Emissões líquidas considerando dinâmica da vegetação secundária na Amazônia Brasileira

A Tabela abaixo apresenta as estimativas de emissões líquidas de CO2 baseadas em uma representação da dinâmica da vegetação secundária (em áreas que sofreram corte raso). Nota-se que, com a queda do desmatamento da floresta primária, a influência do crescimento da vegetação secundária no balanço de carbono está se tornando maior.

Estimativas de emissões líquidas de CO2 baseadas em uma representação da dinâmica da vegetação secundária

Os dados do Sistema TerraClass são utilizados como base para os parâmetros que definem a localização da vegetação secundária nas áreas desmatadas (através de um parâmetro que define a porcentagem de área desmatada que será abandonada após alguns anos em cada célula). O sistema estima estas áreas como uma porcentagem das áreas desmatadas identificadas sistema PRODES de 2002 a 2014. Para representar o ciclo de crescimento-corte da vegetação secundária nestas áreas foram utilizados os resultados de Almeida (2009) que estimou a meia-vida (de modo espacialmente explícito) por meio de amostragem utilizando imagens de satélite dos anos de 1997, 2000, 2003 e 2006. Os parâmetros de crescimento e corte da vegetação secundária são sintetizados na Tabela abaixo.

Parâmetros de crescimento e corte da vegetação secundária